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Como alcançar a eficiência energética em Câmaras Frias

A câmara fria é um componente fundamental da cadeia produtiva da refrigeração. Contudo, ainda são desconhecidos de muita gente aspectos decisivos para reduzir o custo com energia elétrica desses equipamentos. Por seu elevado isolamento térmico, as câmaras frias mantêm em seu interior temperaturas necessárias à conservação de alimentos congelados por longo prazo. Por essa razão, sobretudo, recomenda-se que a definição da temperatura de trabalho e da carga térmica ocorra na etapa inicial do projeto. Esse procedimento, bem executado, contribuirá para que o consumo de energia seja adequado à potência frigorífica. Outras recomendações importantes são:

 

  • Não ultrapassar a capacidade máxima de armazenagem dos produtos estabelecida em projeto;
  • Não misturar produtos no interior da câmara;
  • Não deixar a porta do equipamento aberta por períodos prolongados;
  • Não obstruir a circulação do ar na saída dos evaporadores.

A escolha do fluido refrigerante ideal a cada projeto também interfere decisivamente na eficiência energética de câmaras frias. Chemours ISCEON™ MO79 proporciona capacidade de refrigeração semelhante à do R-22 em sistemas de baixa temperatura e é altamente recomendável em câmaras frias. O produto é compatível com lubrificantes à base de óleo mineral (OM), Alquibenzeno (AB) ou Poliol Éster (POE), além de não apresentar potencial de degradação da camada de ozônio. As operações de Retrofit envolvendo ISCEON™ MO79 são fáceis de executar e de baixo custo. Além do R-22, ISCEON™ MO79 substitui o fluido R-502 e os blends HP80, HP81 e R-408A em sistemas de baixa temperatura.

 

Assista aqui às versões em vídeo da série Dicas do Dr. Retrofit.