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Refrigeração Industrial é apontada como um dos vilões do desperdício energético

Segundo estudo realizado pela Associação Brasileira de Empresas de Serviço de Conservação de Energia (Abesco), 10%, em média, dos 430 TWh (terawatt-hora) totais consumidos por ano no país são desperdiçados - o que representa um volume maior que o necessário para a população do Estado do Rio de Janeiro (36TWh), por exemplo*.  Em entrevista, o presidente da associação, José Starosta, afirmou que esse desperdício equivale a um gasto de, aproximadamente, R$15 bilhões ao ano e apontou os sistemas de refrigeração industrial inadequados como um dos principais vilões do consumo energético excessivo.

Atualmente, grande parte dos problemas identificados nos sistemas de refrigeração industrial, além do uso de equipamentos antigos, está relacionada à utilização de fluidos refrigerantes sem procedência. Esses produtos são, em muitos casos, adulterados, apresentando alto teor de impurezas em sua composição, como umidade, gases não condensáveis e partículas sólidas, o que gera uma oscilação de temperatura e pressão durante sua utilização. Uma vez feita a carga com um fluido refrigerante de baixa qualidade, os equipamentos apresentam um gasto energético muito maior para atingir as temperaturas requeridas e, com isso, têm seu tempo de vida útil reduzido.

Sabendo-se que o país está em um momento no qual o risco de desabastecimento é discutido, torna-se necessário tomar medidas para redução do percentual de desperdício energético, o que, para refrigeração industrial, significa a utilização de um fluido refrigerante de qualidade assegurada e a modernização de seus equipamentos, se necessário.

A Chemours oferece dicas para a compra segura de um fluido refrigerante:

  • Certifique-se de que o produto é adequado à aplicação que se pretende fazer;
  • Confira no rótulo:
  • nome ou marca;
  • origem (nacional ou importado);
  • características;
  • composição;
  • razão social, endereço, telefone e CNPJ do fabricante; número do lote e peso líquido;
  • Desconfie de produtos vendidos a preços muito baixos. Esse pode ser um dos indicadores da má qualidade do fluido refrigerante;
  • Fique atento também à carga de produto indicada na embalagem e o seu peso real. Muitas vezes o que está registrado no rótulo não corresponde à real quantidade de fluido refrigerante dentro do cilindro;
  • Verifique se há avarias e vazamentos nos cilindros e/ou danos no lacre e nas etiquetas;
  • Procure apenas fornecedores idôneos e de tradição no mercado.

*Fonte: Agência Brasil